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MELHORES

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Contrato de Trabalho Intermitente saiba como funciona

Créditos de:

Contrato de Trabalho Intermitente saiba como funciona

A Reforma Trabalhista – Lei 13.467/2017 conforme já se sabe entrou em vigor no dia 11 de novembro de 2017, e alterou mais de 100 artigos e regras de direito material e processo do trabalho, modificando, a partir daí, as relações trabalhistas, a presente reforma trás um grande impacto na estrutura do direito e processo do trabalho, seus princípios e peculiaridades. O assunto é bastante polêmico e tem rendido inúmeros debates, assim como tem dividido a opinião pública.
Dentro deste âmbito e por compreender que a disseminação do conhecimento e a troca de experiências são os alicerces para o desenvolvimento e a capacitação do ser humano e do ambiente empresarial, o escritório Guidio e Corrêa Advogados Associados, Advogados em São José dos Pinhais e Advogados em Curitiba, com a colaboração do Dr. Sandro Guidio, tem publicado inúmeros posts que versam sobre os temas albergados na Reforma Trabalhista, posts desenvolvidos em uma linguagem acessível ao empresário e ao trabalhador, com o intuito de tornar o aprendizado o mais agradável possível.
Nesta esteira, o presente post irá trazer comentários acerca de um tema de grande relevância que foi instituído pela Reforma Trabalhista, mas que tem gerado uma série de dúvidas tanto para o empregador como para o empregado, que é a nova modalidade de contratação de empregados chamada de CONTRATO DE TRABALHO INTERMITENTE,  ou TRABALHO INTERMITENTE.
Conforme já registramos a reforma trabalhista que alterou mais de 100 artigos da CLT e regras de direito material e processo do trabalho entrou em vigor no dia 11 de novembro de 2017. Já no dia 14 de novembro o governo publicou a Medida Provisória 808/2017 alterando diversos dispositivos. Esta atitude irresponsável do governo causou insegurança jurídica ao empresário numa área sensível que são as relações trabalhistas. A Medida Provisória foi prorrogada por duas vezes e perdeu a validade no dia 23 de abril, voltando a valer o texto original. Com a perda da validade da Medida Provisória o MTE, com o intuito de suprir algumas lacunas deixadas, principalmente sobre o trabalho intermitente lançou a Portaria nº 349 de 23/05/2018, dispondo sobre o assunto nos artigos 2º a 7º.

Mas afinal o que é CONTRATO DE TRABALHO INTERMITENTE?

De acordo com o que nos mostra a história o trabalho intermitente existe há mais de 80 anos nos Estados Unidos, e trata-se do contrato de emprego em que o trabalhador tem a carteira assinada, mas trabalha somente quando há convocação, que pode ser por hora, por dia ou períodos maiores e são pagos os dias trabalhados, acrescidos de férias com 1/3, 13º salário e ao final do mês o recolhimento de FGTS e INSS.
O empregado pode ter múltiplos empregos / vínculos empregatícios anotados na CTPS, simultaneamente, mas vai trabalhar somente quando for convocado.
O Contrato de Trabalho Intermitente tem sua previsão legal disposta no artigo 443 e seu parágrafo 3º da CLT, que assim dispõe:
Art. 443. O contrato individual de trabalho poderá ser acordado tácita ou expressamente, verbalmente ou por escrito, por prazo determinado ou indeterminado, ou para prestação de trabalho intermitente. (Caput alterado pela Lei n° 13.467/2017 – DOU 14/07/2017)
(…)
§ 3° Considera-se como intermitente o contrato de trabalho no qual a prestação de serviços, com subordinação, não é contínua, ocorrendo com alternância de períodos de prestação de serviços e de inatividade, determinados em horas, dias ou meses, independentemente do tipo de atividade do empregado e do empregador, exceto para os aeronautas, regidos por legislação própria. (Parágrafo incluído pela Lei n° 13.467/2017 – DOU 14/07/2017)

Quais são as regras para a contratação?

As regras a serem observadas para a contratação do trabalho intermitente estão dispostas no artigo 452-A e seus parágrafos, e na Portaria MTE nº 349 de 23/05/2018 nos artigo 2º a 7º.
Conforme já registrado o empregado somente irá laborar quando for convocado, a convocação pelo empregador deve ocorrer três dias antes da execução do trabalho, e o empregado tem 24 horas para responder, podendo este se negar ao trabalho quando da convocação sem qualquer consequência. Porém, caso seja aceita a oferta para o comparecimento ao trabalho, a parte que descumprir, sem justo motivo, pagará à outra parte no prazo de trinta dias, multa de 50% (cinquenta por cento) da remuneração que seria devida, permitida a compensação em igual prazo.
O período de inatividade não será considerado tempo à disposição do empregador, podendo o trabalhador prestar serviços a outros contratantes.
Caso o empregado fique 01 (um) ano sem ser convocado para o trabalho, o contrato será considerado rescindido.
Empregado com contrato de trabalho por prazo indeterminado somente poderá ser recontratado como intermitente, após 18 (dezoito) meses de seu desligamento.
Não idetificou-se até o presente momento objeções ou impedimentos para a contratação de intermitente no setor de serviços, indústria ou comércio.
O valor da hora a ser paga ao empregado intermitente deve corresponder ao piso salarial da CCT em vigor, e na falta desta, ao salário mínimo regional, e na ausência deste, ao salário mínimo nacional, com proporcionalidade sobre os dias ou horas trabalhadas.
Mesmo que o empregado labore menos de 15 (quinze) dias no mês, terá direito sempre às férias com 1/3 proporcional e ao 13º salário proporcional em relação aos diaa laborados.
De forma sintética, é o trabalho mais flexível, em que o empregador irá convocar o empregado para atender momentos determinados de demanda.

A legislação artigo 452-A da CLT

Art. 452-A. O contrato de trabalho intermitente deve ser celebrado por escrito e deve conter especificamente o valor da hora de trabalho, que não pode ser inferior ao valor horário do salário mínimo ou àquele devido aos demais empregados do estabelecimento que exerçam a mesma função em contrato intermitente ou não. (Artigo incluído pela Lei n° 13.467/2017 – DOU 14/07/2017)
§ 1° O empregador convocará, por qualquer meio de comunicação eficaz, para a prestação de serviços, informando qual será a jornada, com, pelo menos, três dias corridos de antecedência.
2° Recebida a convocação, o empregado terá o prazo de um dia útil para responder ao chamado, presumindo-se, no silêncio, a recusa.
§ 3° A recusa da oferta não descaracteriza a subordinação para fins do contrato de trabalho intermitente.
§ 4° Aceita a oferta para o comparecimento ao trabalho, a parte que descumprir, sem justo motivo, pagará à outra parte, no prazo de trinta dias, multa de 50% (cinquenta por cento) da remuneração que seria devida, permitida a compensação em igual prazo.
§ 5° O período de inatividade não será considerado tempo à disposição do empregador, podendo o trabalhador prestar serviços a outros contratantes.
§ 6° Ao final de cada período de prestação de serviço, o empregado receberá o pagamento imediato das seguintes parcelas:
I – remuneração;
II – férias proporcionais com acréscimo de um terço;
III – décimo terceiro salário proporcional;
IV – repouso semanal remunerado; e
V – adicionais legais.
§ 7° O recibo de pagamento deverá conter a discriminação dos valores pagos relativos a cada uma das parcelas referidas no § 6° deste artigo.
§ 8° O empregador efetuará o recolhimento da contribuição previdenciária e o depósito do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, na forma da lei, com base nos valores pagos no período mensal e fornecerá ao empregado comprovante do cumprimento dessas obrigações.
§ 9° A cada doze meses, o empregado adquire direito a usufruir, nos doze meses subsequentes, um mês de férias, período no qual não poderá ser convocado para prestar serviços pelo mesmo empregador.

Portaria MTE nº 349 de 23/05/2018

(…)

Art. 2º O contrato de trabalho intermitente será celebrado por escrito e registrado na Carteira de Trabalho e Previdência Social, ainda que previsto em acordo coletivo de trabalho ou convenção coletiva, e conterá:
I – identificação, assinatura e domicílio ou sede das partes;
II – valor da hora ou do dia de trabalho, que não poderá ser inferior ao valor horário ou diário do salário mínimo, nem inferior àquele devido aos demais empregados do estabelecimento que exerçam a mesma função, assegurada a remuneração do trabalho noturno superior à do diurno; e
III – o local e o prazo para o pagamento da remuneração.
§ 1º O empregado, mediante prévio acordo com o empregador, poderá usufruir suas férias em até três períodos, nos termos dos §§ 1º e 3º do art. 134 da Consolidação das Leis do Trabalho.
§ 2º Na hipótese de o período de convocação exceder um mês, o pagamento das parcelas a que se referem o § 6º do Art. 452-A da Consolidação das Leis do Trabalho não poderá ser estipulado por período superior a um mês, devendo ser pagas até o quinto dia útil do mês seguinte ao trabalhado, de acordo com o previsto no § 1º do art. 459 da CLT.
§ 3º Dadas as características especiais do contrato de trabalho intermitente, não constitui descumprimento do inciso II do caput ou discriminação salarial pagar ao trabalhador intermitente remuneração horária ou diária superior à paga aos demais trabalhadores da empresa contratados a prazo indeterminado.
§ 4º Constatada a prestação dos serviços pelo empregado, estarão satisfeitos os prazos previstos nos §§ 1º e 2º do Art. 452-A da Consolidação das Leis do Trabalho.
Art. 3º É facultado às partes convencionar por meio do contrato de trabalho intermitente:
I – locais de prestação de serviços;
II – turnos para os quais o empregado será convocado para prestar serviços; e
III – formas e instrumentos de convocação e de resposta para a prestação de serviços.
Art. 4º Para fins do disposto no § 3º do art. 443 da Consolidação das Leis do Trabalho, considera-se período de inatividade o intervalo temporal distinto daquele para o qual o empregado intermitente haja sido convocado e tenha prestado serviços nos termos do § 1º do art. 452-A da referida lei.
§ 1º Durante o período de inatividade, o empregado poderá prestar serviços de qualquer natureza a outros tomadores de serviço, que exerçam ou não a mesma atividade econômica, utilizando contrato de trabalho intermitente ou outra modalidade de contrato de trabalho.
§ 2º No contrato de trabalho intermitente, o período de inatividade não será considerado tempo à disposição do empregador e não será remunerado, hipótese em que restará descaracterizado o contrato de trabalho intermitente caso haja remuneração por tempo à disposição no período de inatividade.
Art. 5º As verbas rescisórias e o aviso prévio serão calculados com base na média dos valores recebidos pelo empregado no curso do contrato de trabalho intermitente.
Parágrafo único. No cálculo da média a que se refere o caput, serão considerados apenas os meses durante os quais o empregado tenha recebido parcelas remuneratórias no intervalo dos últimos doze meses ou o período de vigência do contrato de trabalho intermitente, se este for inferior.
Art. 6º No contrato de trabalho intermitente, o empregador efetuará o recolhimento das contribuições previdenciárias próprias e do empregado e o depósito do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço com base nos valores pagos no período mensal e fornecerá ao empregado comprovante do cumprimento dessas obrigações.
Art. 7º As empresas anotarão na Carteira de Trabalho e Previdência Social de seus empregados o salário fixo e a média dos valores das gorjetas referente aos últimos doze meses.
Créditos de:

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Resolvendo pequenos problemas online

Agora tudo está ficando fácil.
 Extravio (perda) de documentos? Faça um registro online aqui (delegacia online) fácil, fácil. Extravio (perda) de celular também.

domingo, 25 de março de 2018

ISTOÉ: INFLAÇÃO NO GOVERNO FHC FOI PIOR QUE NOS GOVERNOS LULA E DILMA

Estamos assistindo aos primeiros sinais de que o 20o aniversário do Plano Real deverá ser comemorado em grande estilo.
Não é para menos. No caminho da sexta eleição presidencial desde que o Real foi anunciado, o plano é uma bandeira prioritária da oposição para reivindicar a chance de retornar ao Planalto, após três derrotas consecutivas.
Mas é um debate que os criadores do Real devem encarar com cautela. Se em duas décadas a inflação jamais retornou aos planos absurdos de 1993 (2477% ao ano) ou de 1994 (916%) a atuação do PSDB para proteger o bolso dos brasileiros, especialmente os mais humildes, aqueles que mais sofrem com a alta dos preços, foi o pior em 20 anos. Quando os dados são expurgados do prestígio e da preferência que a maioria dos analistas devota aos economistas ligados ao PSDB, verifica-se que a realidade é muito diferente. Coube a governo de FHC cravar as piores médias do período.
Aos números: no primeiro mandato do governo Fernando Henrique, eleito a bordo da nova moeda, o IPCA foi de 22,4 em 1995, 9,5 em 1996, 5,22 em 1997 e 1,6 em 1998. Média anual: 9,3%.
No segundo mandato, a inflação subiu 8,9 em 1999, 5,9 em 2000, 7,6 em 2001 e 12,5 em 2002. Média anual: 8,6%.
No primeiro mandato do governo Lula, as altas foram de 9,3 em 2003, 7,6 em 2004, 5,6 em 2005 e 3,1 em 2006. Média anual: 6.4%
No segundo mandato do governo Lula, as altas foram de 4,4, 5,9, 4,3 e 5,9. Média anual: 5,1%
No governo Dilma, as altas foram de 6,5 em 2011, 5,8 em 2012, 5,9 em 2013 e 6,4 na projeção em 2014. Média anual prevista: 6,1%.
Colocando a avaliação no plano puramente inflacionário, está claro que os melhores números foram obtidos nos dois mandatos de Lula. O governo Dilma fica em 3o lugar, enquanto o governo FHC ocupa as piores posições.
Alguma dúvida?
Há outros pontos que podem ser lembrados. A reconstituição da vida nos primeiros anos do Real descreve um país idílico, sem problemas, sob comando firme e resoluto.
Os economistas da época adoram lembrar a inflação de 1998, a menor daquele tempo, sem mencionar que o crescimento foi de 0,04% e em 1999, 0,25%. Imagine onde foi parar o emprego — ainda mais porque a prioridade não era proteger o mercado interno, nem reforçar a renda dos mais pobres, com essas políticas que na visão dos campeões da austeridade só aumentam o déficit público, certo?
Terceiro presidente do Banco Central pós-Real, Armínio Fraga anunciou juros a 45% quando tomou posse. Os juros ainda foram a 24,5% em 2002 e, nos primeiros meses de 2003, já no governo Lula, tiveram de ser levado um pouquinho a mais, tamanho o descontrole deixado pelo governo anterior. A credibilidade do país era tão baixa que os candidatos de oposição tiveram de avalizar acordo com FMI que, caso contrário, não faria o empréstimo pedido por FHC no fim do governo. As reservas do país não chegavam a 20% do nível de hoje. Na passagem do primeiro para o segundo mandato, foi preciso que Bill Clinton fizesse um pedido pessoal ao Tesouro norte-americano para que saisse um emprestímo bilionário que impediu a quebra do país.
Vamos compreender que o Real teve méritos. Mas não vamos fingir que foi uma glória que não volta mais, certo?
FONTE:  Saiba mais.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Menu no topo do blog com redes sociais e caixa de pesquisa

MENU NO TOPO COM REDES SOCIAIS E BARRA DE PESQUISA

menu no topo
Hoje vou ensinar como fazer um Menu fixo no topo do blog, nele contém as suas páginas, redes sociais e uma barra de pesquisa. Você pode escolher se quer que ele desça de acordo com o movimento na barra de rolagem ou se prefere que ele permaneça no topo do blog.

Lembram do template free que disponibilizei aqui para vocês? Então, vamos começar a personalizá-lo hoje! Esta barra foi pensada para colocar nesse layout free, mas você pode personalizá-la para seu blog do jeito que preferir!
  • Todas as cores dos tutoriais para este layout serão neutras mas você pode mudar para combinar com seu blog.
  • Todos os tutoriais disponíveis até hoje para este layout estão disponíveis  aqui


    QUER APRENDER COMO FAZER O MENU? ENTÃO SEGUE O TUTORIAL!

    1. Vá no blog que deseja colocar o Menu.
    2. Em seguida vá em modelo, clique em "Editar HTML"
    3. Clique em qualquer espaço dentro do código
    4. Clique em Ctrl + F  ( Irá aparecer uma barrinha de pesquisa )
    5. Dentro da barrinha de pesquisa procure por <body> e clique em enter
    6. Copie todo o código a seguir e cole abaixo de <body>

    <div class='top_header clearfix'>
    <div class='ct-wrapper'>

    <!-- blog_main_navigation_menu -->
    <div class='nav-menu'>
    <ul class='clearfix blog_menus'>
    <li><a class='current' href='/'>Home</a></li>
    <li><a href='LINK DA SUA PÁGINA'>Sobre mim</a></li>
    <li><a href='LINK DA SUA PÁGINA'>FAQ</a></li>
    <li><a href='LINK DA SUA PÁGINA'>Moda</a></li>
    <li><a href='LINK DA SUA PÁGINA'>Redes sociais</a></li>
    <li><a href='LINK DA SUA PÁGINA'>Blogroll</a></li>
    <li><a href='LINK DA SUA PÁGINA'>Contatos</a></li>
    </ul>
    </div>

    <div class='right clearfix social_search'>
    <div class='search_from right'>
    <div class='search-form-wrapper'>
    <form action='/search' method='get' role='search'>
    <input name='q' placeholder='Digite e dê enter' type='text'/>
    </form>

    <span class='search-form-icon'><span class='fa fa-search'/></span>
                      
    </div>
    </div>
    <div class='social-wrap left'>
    <ul class='dslc-social'>
    <li><a href='LINK DO TWITTER' target='_blank'><span class='fa fa-twitter'/></a></li>
    <li><a href='LINK DO FACEBOOK' target='_blank'><span class='fa fa-facebook'/></a></li>
    <li><a href='LINK DO YOUTUBE' target='_blank'><span class='fa fa-youtube-play'/></a></li>
    <li><a href='LINK DO VIMEO' target='_blank'><span class='fa fa-vimeo-square'/></a></li>
    <li><a href='LINK DO TUMBLR' target='_blank'><span class='fa fa-tumblr'/></a></li>
    </ul>
    </div>
    </div>

    </div>
    </div>


    Substitua tudo de acordo com o que se pede. No "LINK DA SUA PÁGINA" você irá substituir pelo link da sua página estática. Se você não sabe como fazer uma página estática, veja esse tutorial.

    E ficará assim:


    Agora clique em Ctrl + F novamente e procure por ]]></b:skin> achou? Então cole o código abaixo ACIMA dele e personalize da maneira que preferir. Se você não entende muito css, sugiro que mude apenas as cores e tamanhos para se adequar no seu blog e ficar do jeito que combine com seu blog.

      /* MENU FIXO
      ------------------------------------------------------------ */
      .top_header {
          background-color: #222; /*cor do fundo da barra */
          position: fixed; /* mude fixed para absolute não quiser fixo*/
          top: 0;
          z-index: 99999;
          left: 0;
          right: 0;
      }
      .ct-wrapper {
          padding: 0px 15px;
          position: relative;
          max-width: 1100px;
          margin: 0 auto;
      }
      .nav-menu {
          padding: 0;
          width: auto;
          display: block;
          position: relative;
          margin-top: 0;
          z-index: 100;
          float: left;
      }
      .nav-menu ul {
          list-style: none;
          padding: 0px;
          margin: 0;
          z-index: 1;
          display: table;
          width: auto;
      }
      .nav-menu ul li {
          display: inline-block;
          float: left;
          position: relative;
          padding: 0px;
          margin: 0px;
          z-index: 1;
          list-style: none;
          font-size: 16px;
          margin-right: 30px;
          -moz-transition: background-color 400ms ease, border 200ms ease-out;
          -o-transition: background-color 400ms ease, border 200ms ease-out;
          -webkit-transition: background-color 400ms ease, border 200ms ease-out;
          transition: background-color 400ms ease, border 200ms ease-out;
      }
      .nav-menu li a {
          color: #fff;
          display: block;
          z-index: 10;
          color: #B3B3B3;
          font-size: 11px;
          font-weight: 500;
          line-height: 24px;
          padding: 12px 1px;
          letter-spacing: 0;
          text-transform: uppercase;
          font-family: montserrat, sans-serif;
          -moz-transition: border 300ms ease 0s , color 300ms ease 0s;
          -o-transition: border 300ms ease 0s , color 300ms ease 0s;
          -webkit-transition: border 300ms ease 0s , color 300ms ease 0s;
          transition: border 300ms ease 0s , color 300ms ease 0s;
          text-decoration: none;
      }
      ul li {
          list-style-type: square;
      }
      .nav-menu li a:hover, .nav-menu li a.current, .nav-menu li:first-child a {
          color: #fff; /*cor do link quando passa o mouse*/
      }

      /* barra de redes
      --------------------- */
      .social-wrap.left {
      }
      .left {
          float: left;
      }
      ul.dslc-social {
          list-style-type: none;
          font-size: 0;
      }
      ul.dslc-social {
          margin: 0;
          padding: 0;
          list-style-type: none;
          font-size: 0;
      }
      ul.dslc-social li {
          line-height: 1;
      }
      ul.dslc-social li {
          margin: 5px 10px 0 0;
          padding: 0;
          line-height: 1;
          display: inline-block;
      }
      ul li {
          list-style-type: square;
      }
      ul.dslc-social a {
          font-size: 12px;
          color: rgb(119, 119, 119); /* cor dos icones das redes sociais */
      }
      ul.dslc-social a:hover {
          color: #eee; /* cor dos icones das redes sociais quando passa o mouse */
      }

      /* BARRA DE PESQUISA
      ---------------------------- */
      .social_search {
          margin-top: 12px;
      }
      .right {
          float: right;
      }
      .search-form-wrapper {
          position: relative;
          border-left: 1px solid rgba( 255, 255, 255, 0.1 );
          padding-left: 30px;
      }
      .search-form-wrapper {
          border-left-color: rgba( 255, 255, 255, 0.1 );
      }
      .search-form-wrapper input[type="text"] {
          display: block;
          width: 100%;
          background: transparent;
          border: 0;
          outline: 0;
      }
      .search-form-wrapper input[type="text"] {
          color: rgb(145, 145, 145); /*cor do texto da barra de pesquisa */
          font-size: 11px;
          font-weight: 400;
          font-family: Montserrat;
          line-height: 22px;
          text-transform: none;
      }
      .search-form-icon {
          color: rgba(255, 255, 255, 0.65); /* cor da lupa da barra de pesquisa */
          font-size: 10px;
          top: 0px;
          right: -3px;
          position: absolute;
      }

      OBS: O código das redes sociais não apareceu? 

      Caso os icones das redes sociais não tenha aparecido, cole o seguinte código ABAIXO de <head> no HTML no seu blog e salve.
      <link href='https://maxcdn.bootstrapcdn.com/font-awesome/4.4.0/css/font-awesome.min.css' rel='stylesheet'/>

      Pronto! Muito fácil, né? Qualquer dúvida ou erro fale aqui nos comentários 😊
      Se você deseja algum tutorial é só pedir. Espero que tenham gostado ❤
      CRÉDITOS DE... MAIS A RESPEITO...

      Bloco de anúncios do google AdSense embaixo do título da postagem.

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      1. CRIANDO O BLOCO DE ANÚNCIOS

      O primeiro passo é criar um bloco de anúncios com o tamanho desejado para aparecer abaixo do título das postagens. Eu particularmente sugiro que criei um blog que anúncios personalizado, com a altura máxima de 100px e a largura de 600px. Mas isso irá variar muito conforme as resoluções do seu blog. Para criar um bloco de anúncios, faça o seguinte:

      1. Faça login em sua conta do AdSense. Use este link para acessa-la.
      2. Já logado em sua conta, clique em "Meus anúncios", na parte superior da tela.
      3. Configure seu bloco de anúncios da forma que desejar, seguindo as orientações sobre a configuração de seu tamanho que citei acima.
      4. Clique em "Salvar e obter código".



      Copie todo o código que for exibido, e salve em algum arquivo de texto como Bloco de notas ou Word, ou então mantenha a janela do navegador onde o código está aberta, pois precisaremos do código a seguir.

      2. INSTALANDO O CÓDIGO EM SEU BLOG

      A instalação será feita através do código HTML do seu blog, portanto antes de prosseguir, faça backup do seu modelo.

      1. No painel de controle co blogger, clique em "Modelo", e em "Editar HTML".
      2. Clique na caixa de códigos, e pressione "Ctrl + F".
      3. Procure por esta linha de código:
      <div class='post-header-line-1'/> 
      Provavelmente encontrará mais de um código igual. Opte pelo segundo, ou o que estiver mais abaixo no código do blog.

      4. Acima dela, cole este código:
      <b:if cond='data:blog.pageType == &quot;item&quot;'>
      <div id='ads' style='border-bottom:1px solid; padding-bottom:10px; padding-top:15px;'>
      Código do seu bloco de Anúncios</div>
      </b:if>
      Ficará algo semelhante a isso:
      <b:if cond='data:blog.pageType == &quot;item&quot;'>
      <div id='ads' style='border-bottom:1px solid #ccc; padding-bottom:10px; padding-top:15px;'>
      <script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script>
      <!-- Test -->
      <ins class="adsbygoogle"
      style="display:inline-block;width:728px;height:90px"
      data-ad-client="YYYYYY"
      data-ad-slot="XXXXXX"></ins>
      <script>
      (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
      </script>

      </div>
      </b:if>
      Salve o Modelo. Você receberá esta mensagem de erro:  "Erro ao analisar XML, linha X, coluna Y: Attribute name "async" associated with an element type "script" must be followed by the ' = ' character. Ocultar notificação".

      Para resolver o erro, bastará alterar o início do código JavaScript, onde inserindo o trecho: async='async' ou invés de apenas async, como está no código. No código, ficará assim:
      <script async='async' src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script>
      Salve novamente o modelo, e desta vez verá que o erro não aparecerá.

      3. ENTENDO O CÓDIGO QUE FOI INSERIDO

      Além do código do anuncio, inserimos uma Div e uma tag Condicional (<b:if cond='data:blog...). A div tem a função de ajudar na organização do código, facilitando localiza-lo através de seu Id, que seria o "ads". Além é claro, do estilo CSS que foi aplicado a ela, que possibilita o anúncio não se misturar com o conteúdo da postagem, devido o uso de uma borda.

      A segunda parte do código, a tag condicional, tem uma função muito importante: ocultar os anúncios na página inicial. Portanto, se você usar um resumo automático de postagens, não será necessário se preocupar com a desfiguração do conteúdo, pois a tag condicional não permitirá que os anúncios apareçam na página inicial.

      4. OBSERVAÇÕES IMPORTANTES

      Com esta diferente forma de exibição dos anúncios em seu blog, é possível obter maior proveitos dos anúncios, e dos cliques dos leitores, pelo fato do conteúdo estar aproximado ao conteúdo das postagens, com uma visualização mais clara e fácil. Algo muito importante que devo sempre lembrar é que o AdSense permite apenas 3 anúncios por página, com isso, certifique-se de que ao abrir uma postagem, a página não exceda esse valor, devido aos anúncios laterais, etc.

      CRÉDITOS DE... MAIS A RESPEITO...

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